Morte em salto radical expõe falta de regulamentação e fiscalização no setor

A morte de uma jovem durante uma atividade de rope jumping no interior de São Paulo reacendeu o debate sobre a segurança dos esportes radicais e a fiscalização das empresas que oferecem esse tipo de experiência. As investigações apontam que o grupo responsável pelo salto não possuía empresa formalizada, o que levanta questionamentos sobre responsabilidade civil, qualificação técnica e cumprimento de protocolos de segurança.

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