A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou, no dia 16 de setembro, os 42 trabalhos que foram selecionados como Destaques Regionais da 13ª edição da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma). Esses projetos, escolhidos por comissões avaliadoras das sete Regionais Olímpicas, avançam automaticamente para a Etapa Nacional da competição, cuja cerimônia de premiação está marcada para o dia 30 de novembro, no Campus Manguinhos da Fiocruz, localizado no Rio de Janeiro.
Os trabalhos selecionados abordam uma variedade de desafios ambientais, sociais e de saúde, sempre a partir da perspectiva e das experiências dos próprios estudantes. As comissões avaliadoras foram compostas por um grupo diversificado de profissionais, incluindo pesquisadores, professores, jornalistas, designers e cineastas, permitindo uma avaliação rica e multifacetada.
Iniciativa que aproxima ciência e educação
A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente é considerada uma iniciativa essencial, pois promove a conexão entre a ciência e o ambiente escolar. Segundo Cristina Araripe, coordenadora nacional da Obsma e responsável pela Divulgação Científica da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (Vpeic), a competição valoriza a curiosidade e a criatividade dos estudantes, incentivando-os a se tornarem agentes de mudança em suas comunidades. “A Obsma contribui para formar uma nova geração de pessoas capazes de olhar para os desafios da sociedade e construir soluções por meio da ciência”, afirma Araripe.
Participação expressiva e diversidade de trabalhos
Na 13ª edição da Olimpíada, aproximadamente 1,5 mil trabalhos foram inscritos, com a participação de cerca de nove mil alunos e quase três mil professores. A competição recebeu projetos de escolas públicas e privadas de todos os estados do Brasil. Os trabalhos foram submetidos em três categorias: Produção Audiovisual, Produção de Texto e Projeto de Ciências. Essas categorias permitem que os estudantes expressem suas reflexões e investigações através de diferentes formatos e linguagens.
A Olimpíada é realizada a cada dois anos e, nesta edição, corresponde ao biênio 2025-2026. Em breve, a Fiocruz também divulgará os trabalhos que receberam Menção Honrosa, reconhecendo ainda mais a diversidade e a qualidade das iniciativas apresentadas.
Consulta aos trabalhos selecionados
Os resultados com os 42 trabalhos selecionados na Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente podem ser consultados no Campus Virtual da Fiocruz, onde estão disponíveis os nomes das escolas e os projetos escolhidos por cada região do país. Essa transparência é fundamental para o reconhecimento do esforço e da dedicação dos estudantes e educadores envolvidos.
A Olimpíada não só promove a educação científica, mas também estimula a conscientização sobre questões ambientais e de saúde, preparando os jovens para serem cidadãos mais informados e engajados.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br
