O senador Flávio Bolsonaro, acompanhado de sua esposa e de suas duas filhas, realizou a travessia para o território argentino na noite de terça-feira (27). A movimentação foi oficialmente confirmada pelas autoridades competentes do governo vizinho, detalhando a rota internacional feita pela família após a saída do Brasil. O caso gerou ampla repercussão política e chamou a atenção da opinião pública nacional e internacional.
De acordo com os registros oficiais divulgados pela Direção Nacional de Migrações da Argentina, a entrada do grupo ocorreu às 22h50 por meio da Ponte Internacional Tancredo Neves, situada na província de Misiones. Logo em seguida, por volta das 23h30, os passageiros embarcaram em um avião privado pertencente à companhia Baires Fly. O plano de voo apresentado indicava como destino final a cidade de Guayaquil, no Equador.
Tramitação regular e ausência de restrições
As autoridades migratórias argentinas esclareceram que todo o procedimento burocrático ocorreu dentro da normalidade legal exigida para trâmites internacionais. Os quatro integrantes apresentaram documentação válida para viagem e não possuíam, naquele momento, qualquer impedimento legal registrado que pudesse bloquear a entrada no país vizinho. A travessia foi concluída sem o registro de incidentes.
A viagem inesperada mobilizou analistas políticos e gerou reações imediatas entre lideranças partidárias e figuras públicas do país. Enquanto apoiadores e opositores debatem os desdobramentos do episódio, a imprensa internacional também passou a acompanhar de perto os passos da família e as possíveis implicações políticas do deslocamento para o cenário nacional.
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