A safra de cana-de-açúcar de 2025/26 terminou com 673,2 milhões de toneladas. A estimativa da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) representa uma redução de 0,5% em relação à temporada anterior. A safra foi finalizada oficialmente em 31 de março.
Mesmo com a queda, essa colheita de cana permitiu que o país produzisse a maior fabricação de etanol da história e a segunda maior de açúcar, ainda que a colheita de cana seja menor em relação ao ciclo passado. Os dados do levantamento também revelam que esta é a terceira maior safra de cana registrada na série histórica.
Conforme a autarquia, essa diminuição decorre das restrições hídricas, observadas durante as fases
de desenvolvimento das lavouras após a colheita em 2024, principalmente na Região Centro-Sul, onde, além da irregularidade das chuvas e do excesso de calor, foram registrados focos de incêndio, que afetaram parte dos canaviais.
Em razão desses fatores, a produtividade média das lavouras caiu 2,6%, para em 75.184 kg/ha. Em compensação, a área destinada à colheita aumentou nesta safra, estimada em 8,95 milhões de hectares, 2,1% superior à área colhida no ciclo anterior.
