O Ministério Público Federal (MPF) encaminhou novas diretrizes aos órgãos reguladores da aviação civil exigindo a implementação de protocolos rigorosos de segurança para o tráfego aéreo de helicópteros na cidade do Rio de Janeiro. A medida busca mitigar riscos e proteger tanto os passageiros quanto a população que vive sob as rotas mais movimentadas da metrópole.
H2 Cobrança direta aos órgãos de controle H3 Medidas exigidas pela procuradoria
As cobranças formais foram direcionadas à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA). O órgão ministerial quer que sejam estabelecidas regras mais restritivas para operação, fiscalização e monitoramento dessas aeronaves na malha urbana carioca.
H2 Preocupação com a densidade urbana Rotas e tráfego aéreo complexo
A alta frequência de aeronaves de asas rotativas na capital fluminense, utilizada tanto para transporte executivo quanto para turismo, gera um cenário de grande complexidade para o controle de tráfego, acendendo o alerta das autoridades federais.
O documento expedido pelo MPF destaca a necessidade de revisão urgente nos planos de voo e nas exigências técnicas aplicadas às empresas prestadoras desse tipo de serviço aéreo.
Para finalizar, o órgão aguarda um posicionamento oficial das autarquias competentes com prazos estipulados para o cumprimento das novas exigências normativas.
