O Ministério da Agricultura e Pecuária confirmou a identificação de um foco da doença de Newcastle em uma criação comercial de perus localizada no município de Nova Itaberaba, em Santa Catarina. A confirmação oficial ocorreu no domingo e mobilizou as equipes de defesa sanitária para conter a disseminação do vírus na região produtora.
Imediatamente após a constatação laboratorial, o estabelecimento afetado passou por interdição total por parte do Serviço Veterinário Oficial catarinense. A medida interrompeu imediatamente qualquer fluxo ou movimentação de aves para evitar riscos adicionais, seguindo rigorosamente os protocolos previstos no plano de contingência nacional.
ação rápida e protocolos sanitários
As diretrizes adotadas no estado estão alinhadas aos parâmetros do plano voltado para a influenza aviária e para a doença de Newcastle. O caso foi descoberto durante os procedimentos rotineiros de investigação epidemiológica conduzidos pelas equipes técnicas locais, com validação técnica emitida pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária localizado em São Paulo.
A unidade paulista possui reconhecimento internacional pela Organização Mundial de Saúde Animal para a realização de diagnósticos precisos. O vírus causador da enfermidade afeta tanto espécies silvestres quanto cricomerciais, exigindo monitoramento constante dos plantéis em todo o território nacional.
impacto no comércio e segurança alimentar
Diante da confirmação do foco, as autoridades federais acionaram os protocolos internacionais de transparência sanitária, informando formalmente a Organização Mundial de Saúde Animal e os principais parceiros comerciais do país sobre o ocorrido. O governo brasileiro mantém contato direto com os mercados externos para prestar esclarecimentos e evitar restrições desproporcionais.
Representantes da pasta econômica e de relações internacionais esclareceram que, até o momento, não há registros formais de embargos ou suspensões nas vendas externas de carne avícola brasileira em decorrência da ocorrência. Além disso, o órgão federal reforçou que o consumo de carnes e derivados inspecionados permanece totalmente seguro para a população.
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Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

