Flávio Bolsonaro viaja ao Equador em voo privado após entrada na Argentina conforme Migração

Flávio Bolsonaro viaja ao Equador em voo privado após entrada na Argentina conforme Migração

Política

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), acompanhado de sua esposa, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, e de suas duas filhas, entrou na Argentina na noite desta terça-feira (27). O registro foi confirmado oficialmente pela Direção Nacional de Migrações da Argentina, que detalhou a passagem da família pela Ponte Internacional Tancredo Neves, situada na província de Misiones.

De acordo com o comunicado emitido pelas autoridades migratórias do país vizinho, a entrada ocorreu às 22h50. O documento oficial aponta que o grupo utilizou documentação de viagem regular e que não havia nenhum impedimento legal que pudesse barrar a circulação dos cidadãos brasileiros, permitindo que todo o trâmite ocorresse sem incidentes registrados.

Deslocamento aéreo e destino final

Pouco tempo depois da passagem pela fronteira terrestre, a comitiva teria embarcado em um voo privado operado pela companhia Baires Fly S.A. As informações obtidas por meio do plano de voo indicam que a decolagem aconteceu às 23h30, tendo como destino inicial a cidade de Guayaquil, localizada no Equador.

Antes da confirmação oficial por parte do órgão de migração argentino, o canal de televisão local C5N havia divulgado que o parlamentar permanecia em Porto Iguazú até o início da madrugada desta quarta-feira (28). Inicialmente, circulavam versões divergentes na imprensa sobre o trajeto exato que seria tomado pelo grupo após a passagem pela divisa territorial.

Posicionamento internacional e vistos

A movimentação do senador brasileiro gerou repercussão internacional e declarações de líderes estrangeiros. O presidente Donald Trump afirmou na noite de terça-feira (27) que aprovaria a entrada de Flávio Bolsonaro em território norte-americano, embora tenha pontuado que não possuía informações exatas sobre o paradeiro do aliado naquele momento.

Paralelamente, uma fonte oficial vinculada ao Departamento de Estado confirmou à Folha de S.Paulo que o governo dos Estados Unidos concederá os vistos necessários para o senador e seus familiares, autorizando formalmente a futura entrada e permanência deles no país norte-americano.