Eleito senador com o apoio de Tarcísio de Freitas, o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado, gerou um racha interno no PL ao tentar emplacar aliados novatos como seus sucessores no comando da Casa.
O movimento nos bastidores políticos visa manter a forte influência do atual dirigente no Legislativo paulista, embora a articulação tenha encontrado forte resistência entre os parlamentares da legenda.
Disputa interna na bancada legislativa
O partido possui a maior representatividade na Assembleia e ampliou sua bancada nas urnas, o que intensificou a corrida política interna para definir a nova Mesa Diretora que assumirá o comando administrativo e institucional.
Nas últimas movimentações políticas, a indicação de nomes inexperientes na Casa gerou descontentamento generalizado entre os parlamentares que já possuem mais tempo de mandato e reivindicam maior protagonismo nas decisões estratégicas do grupo.
Articulação de nomes novatos para a presidência
O atual dirigente passou a defender abertamente opções recém-eleitas para o cargo máximo do Parlamento estadual, buscando emplacar figuras ligadas à sua base de confiança política direta na administração legislativa.
Entre as alternativas ventiladas nos bastidores estão ex-gestores municipais que iniciarão suas atividades parlamentares no primeiro mandato, estratégia que desagradou profundamente os deputados veteranos da legenda partidária.
Reação e preferência por parlamentares reeleitos
Diante da tentativa de imposição dos nomes novatos, a maioria dos parlamentares do grupo se reuniu para articular alternativas viáveis e demonstrar resistência formal à diretriz imposta pela cúpula partidária local.
Os parlamentares defendem que a liderança da Casa deve ficar sob a responsabilidade de um deputado reeleito, contando com diversos nomes cotados que já possuem experiência consolidada no exercício das funções legislativas.

