Polícia Federal prende dois suspeitos em Operação contra abuso infantil no Rio Grande do Sul

Polícia Federal prende dois suspeitos em Operação contra abuso infantil no Rio Grande do Sul

Municípios

A Polícia Federal deflagrou uma ofensiva contra a propagação de material ilícito envolvendo menores na rede, resultando em detenções e na apreensão de equipamentos eletrônicos. A ação, batizada de Operação Anteparo Digital, mobilizou agentes em diferentes localidades gaúchas para desarticular redes de armazenamento e compartilhamento de conteúdo criminoso na internet.

Durante as diligências realizadas nesta sexta-feira (6), duas pessoas foram autuadas em flagrante pelo armazenamento de arquivos contendo cenas de abuso sexual infantojuvenil. As ordens judiciais e as prisões foram cumpridas em pontos específicos do estado, com foco em desestimular e punir práticas ilícitas no ambiente virtual.

Ações e mandados cumpridos no interior gaúcho

A ofensiva coordenada pela Polícia Federal cumpriu um total de três mandados de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal de Caxias do Sul. As medidas cautelares foram executadas simultaneamente em pontos estratégicos dos municípios de Venâncio Aires, Lajeado e Cerro Branco.

Nas residências fiscalizadas pelas equipes policiais, os agentes recolheram diversos aparelhos celulares, computadores e outros dispositivos de armazenamento. Todo o material passará por perícia técnica especializada para aprofundar as investigações e identificar possíveis ramificações ou outros envolvidos no esquema criminoso.

Alerta institucional e proteção digital

Em nota oficial divulgada à imprensa, a corporação reforçou a necessidade de atenção redobrada por parte de pais e responsáveis legais. O acompanhamento da rotina digital de crianças e adolescentes é apontado como uma ferramenta indispensável para evitar que menores se tornem vulneráveis a aliciamentos e crimes virtuais.

A vigilância constante e o diálogo familiar franco ajudam a mitigar os riscos associados ao uso inadequado das redes sociais e plataformas de mensagens. A instituição lembra que denúncias sobre crimes cibernéticos podem ser feitas de forma anônima nos canais oficiais de atendimento.