Lucro líquido da Vibra atinge R$ 2,46 bilhões no terceiro trimestre impulsionado por vendas

Lucro líquido da Vibra atinge R$ 2,46 bilhões no terceiro trimestre impulsionado por vendas

Geral

A Vibra encerrou o terceiro trimestre de 2026 com um lucro líquido de R$ 2,460 bilhões, o que representa uma alta expressiva de 504% na comparação com os R$ 407 milhões registrados em igual período de 2025. No mesmo intervalo, o Ebitda ajustado somou R$ 4,288 bilhões, avanço de 137%, enquanto a receita líquida ajustada atingiu R$ 56,932 bilhões, com crescimento de 17%, conforme dados divulgados pela fonte confiável.

Crescimento e expansão da rede de postos

A companhia atribuiu o desempenho financeiro a um ambiente de menor oferta no ramo de distribuição de combustíveis e aos avanços no combate às irregularidades no setor. Segundo a empresa, a estratégia esteve concentrada na segurança do abastecimento, na capilaridade logística e na qualidade dos produtos comercializados.

Nesse contexto, a organização informou ter embandeirado 210 novos postos no trimestre. Com isso, o total acumulado nos primeiros nove meses de 2026 chegou a 595 unidades, volume 191 postos acima do verificado em todo o ano de 2025.

Desempenho operacional e comercialização

O volume total comercializado no trimestre foi de 9,612 milhões de metros cúbicos, alta anual de 4%. Desse total, 6,087 milhões de metros cúbicos vieram do segmento de Rede de Postos, movimento impulsionado principalmente pelas vendas de etanol e gasolina. No segmento de vendas para outras empresas, o B2B somou 3,525 milhões de metros cúbicos.

Gestão de caixa e desalavancagem

A empresa também registrou fluxo de caixa operacional de R$ 2,7 bilhões no período. De acordo com a companhia, os recursos foram direcionados para duas frentes principais: redução do endividamento e ampliação do embandeiramento.

Na estrutura de capital, a dívida líquida encerrou o trimestre em R$ 14,4 bilhões, com queda de 10% em relação ao trimestre anterior e de 23% na comparação anual. A alavancagem fechou setembro em 1 vez, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado dos últimos 12 meses, recuo de 0,3 vez frente ao segundo trimestre de 2026.