A reta final da corrida presidencial apresenta um cenário de acirrada disputa pelo Palácio do Planalto. A três dias do segundo turno das eleições presidenciais, o senador Flávio Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparecem tecnicamente empatados com 50% dos votos válidos cada, conforme apontam os dados divulgados pelo instituto Datafolha.
No levantamento anterior, divulgado anteriormente, o representante do PL detinha 51% dos votos válidos, enquanto o candidato do PT registrava 49%. Com a variação registrada no período, a vantagem anterior foi anulada, mantendo ambos os postulantes na mesma faixa de preferência do eleitorado brasileiro.
Votos totais e margem de erro na disputa
Considerando o universo de votos totais, o senador manteve a marca de 47%, ao passo que o atual chefe do Executivo avançou de 45% para 46%. Essa movimentação reduziu a diferença entre os concorrentes em uma semana de campanha intensificada.
Ambos permanecem empatados dentro da margem de erro técnica estabelecida pelo levantamento, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, com registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-09709/2026.
Cenário na pesquisa espontânea
Na modalidade espontânea, em que os eleitores expressam sua preferência sem o auxílio de uma cartela com os nomes dos candidatos, a estabilidade predominou. O candidato do PL manteve 46% das menções, repetindo o patamar anterior.
De forma similar, o candidato petista manteve os mesmos 45% de intenções de voto nessa mesma modalidade. Os eleitores que declararam voto em branco, nulo ou nenhum recuaram de 5% para 4%, enquanto o grupo de indecisos oscilou de 3% para 4%.
Rejeição aos candidatos e avaliação do governo
No tocante à rejeição dos eleitores, o senador registrou oscilação de 44% para 46%. No mesmo intervalo, a rejeição direcionada ao atual presidente passou de 46% para 45%, mantendo ambos em patamares próximos de reprovação por parte do eleitorado.
No que tange à administração federal, a aprovação da gestão registrou 49%, superando pela primeira vez desde julho a taxa de desaprovação, que ficou em 48%.

