Uma clínica clandestina que abrigava 13 pessoas de forma irregular foi fechada em Balneário Pinhal, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Entre os resgatados estão pessoas com dependência química e limitações intelectuais, além de um sul-coreano que teria sido mantido em cárcere privado.
Segundo a Polícia Civil, também há suspeita de que o estrangeiro tenha sido submetido a condições análogas à escravidão. O caso está sendo investigado pelas autoridades competentes do estado para esclarecer todas as circunstâncias do funcionamento do estabelecimento.
Ação conjunta e apreensão de munições
A operação de fechamento do local foi realizada pela Delegacia de Polícia de Balneário Pinhal. A ação contou com a participação direta da Assistência Social e da Vigilância Sanitária do município.
Durante as buscas realizadas no interior do imóvel, os agentes policiais encontraram dezenas de munições de calibre permitido. O material foi apreendido para perícia e para subsidiar o inquérito policial em curso.
Destino dos internos e atendimento médico
A maioria dos resgatados foi entregue aos cuidados de seus familiares logo após a conclusão da intervenção oficial. Nos demais casos, houve o encaminhamento necessário para abrigos públicos, situação que incluiu o cidadão sul-coreano.
Os internos receberam alimentação adequada e atendimento médico logo após a operação policial. Um idoso precisou de cuidados médicos especializados por conta de lesões e de doenças que já apresentava antes da chegada das equipes.

