A morte de um corredor logo após a conclusão de uma maratona em São Paulo voltou a chamar a atenção para a importância da avaliação médica e dos protocolos de segurança em eventos esportivos de longa distância. O atleta passou mal instantes depois de cruzar a linha de chegada, recebeu atendimento das equipes de emergência, mas não resistiu. As circunstâncias da ocorrência reforçam a necessidade de acompanhamento médico preventivo, especialmente entre praticantes amadores de corridas de resistência.
Segundo informações divulgadas pelos organizadores e autoridades, o corredor foi prontamente atendido pela equipe médica presente no evento e encaminhado para atendimento especializado. Apesar dos esforços para reanimá-lo, ele sofreu uma parada cardiorrespiratória e teve a morte confirmada posteriormente. O caso será analisado pelas autoridades competentes, conforme os procedimentos habituais para esse tipo de ocorrência.
Embora tragédias como essa sejam raras diante do grande número de participantes em provas de rua realizadas anualmente no Brasil, especialistas lembram que maratonas e meias maratonas impõem elevada exigência ao sistema cardiovascular. Fatores como doenças cardíacas não diagnosticadas, desidratação, calor intenso, esforço acima dos limites individuais e preparação inadequada podem aumentar significativamente o risco de complicações durante ou logo após a corrida.
A expansão do número de corredores nos últimos anos também tem levado organizadores a investir em estruturas mais robustas de atendimento, com postos médicos distribuídos ao longo do percurso, ambulâncias e equipes treinadas para responder rapidamente a situações de emergência. Ainda assim, médicos do esporte reforçam que a principal prevenção continua sendo a realização de exames periódicos, treinamento orientado e respeito aos sinais emitidos pelo próprio organismo durante a atividade física.
Fonte: manual-1785159552207
